Criminosos estão aplicando um novo golpe digital ao se passarem pela Receita Federal do Brasil, utilizando mensagens falsas para enganar contribuintes e obter dados pessoais ou pagamentos indevidos.

Segundo relatos recentes, as abordagens chegam por SMS ou aplicativos de mensagens e apresentam um tom de urgência. Os textos informam sobre supostas pendências relacionadas ao Imposto de Renda (IRPF 2025/2026), alegando que a situação pode gerar problemas no CPF do contribuinte.

Entre as ameaças utilizadas estão bloqueios de contas bancárias, restrições em cartões e investimentos, impossibilidade de uso do PIX e até inclusão em órgãos de proteção ao crédito, como Serasa Experian, SPC Brasil e o Banco Central do Brasil. Todas essas informações são falsas e fazem parte da estratégia para pressionar a vítima.

Como o golpe funciona

Os golpistas enviam links que direcionam para páginas fraudulentas, visualmente semelhantes a sites oficiais do governo. Nessas páginas, o usuário é induzido a “regularizar” a situação, fornecendo dados sensíveis ou realizando pagamentos.

Em alguns casos, a mensagem orienta o contribuinte a interagir para ativar o link, aumentando o risco de exposição de informações.

Orientações importantes

A Receita Federal do Brasil reforça que não envia mensagens com links para regularização de pendências, nem solicita dados pessoais, bancários ou pagamentos por SMS ou aplicativos.

Para evitar cair nesse tipo de fraude, é fundamental:

  • Desconfiar de mensagens com tom de urgência ou ameaças

  • Não clicar em links recebidos por canais não oficiais

  • Conferir sempre o endereço do site antes de acessar

  • Não compartilhar dados pessoais ou bancários fora de ambientes seguros

A consulta de informações fiscais deve ser feita exclusivamente pelos canais oficiais do governo.

Em caso de dúvida, o ideal é buscar atendimento diretamente com a Receita Federal do Brasil.

A recomendação é manter atenção redobrada. Golpes digitais estão cada vez mais sofisticados, e a prevenção ainda é a melhor forma de proteção.

Fonte: Fenacon